Por entre ondas vencidas e rotas incertas, sigo o rasto da espuma de um olhar ....
domingo, fevereiro 14, 2010
domingo, fevereiro 07, 2010
Adorava poder voltar a dançar uma valsa....
Vinda do nada, do meu pensamento
Deixe-me cantar-te uma valsa
Sobre aquela noite única
Tu foste para mim, naquela noite
Tudo que eu sempre sonhei na vida
Mas agora partiste, partiste para longe
Para a tua ilha de chuva
Para ti foi apenas um caso de uma noite
Mas tu, para mim, foste muito mais
Apenas para tu saberes
Não me interessa o que os outros dizem
Eu sei o que significaste para mim naquele dia
Eu só quero tentar, outra vez
Eu só quero outra noite
Ainda que certo não pareça
Tu significaste para mim muito mais
Que todos que antes conheci
Uma só noite contigo, pequeno Jesse
Vale por mil seja com quem for
Não sinto amargura, meu amor
Nunca esquecerei o encontro daquela noite
Mesmo amanhã, noutros braços
Meu coração continuará teu
até eu morrer
Deixe-me cantar-te uma valsa
Vinda do nada, do meu pensamento
Deixe-me cantar-te uma valsa
sábado, fevereiro 06, 2010
O sangue de uma guitarra a chorar
gosta de companhia
E a ouvir isso
eu estou a gostar
E vejo o significado
daquilo que eu via
Para que num papel,
eu o possa apontar
Atrás de uma janela
eu estou
Perto de um
vigésimo terceiro andar
Saltar
é o desejo que me passou
Por medo de cair
e me magoar
uma canção de amor
Pelo menos assim
como eu estou
Não consigo cantar
a esperança sem a dor
Pois mudo vai na estrada,
aquele que eu sou
A vida ficou
tão diferente
desde do dia
em que te foste embora
Canto para ela,
perdida no meio da gente
Agora que a guitarra,
nos meus braços chora
Esta televisão
estava farto de ver
Apenas tinha
vontade de gritar
Lá fora o mundo
está arder
Cá dentro,
eu não consigo acreditar
eu não consigo acreditar
Por cada dia que passa
estou a morrer
Começa no berço
acaba no caixão
Às vezes fico insensível
ao meu próprio ser
Que não sinto a doer,
o meu próprio coração
Para uma folha de papel,
fico a olhar
Não sei o que nela
ei de escrever
O meu último cigarro
está a acabar
Vou apagar as luzes,
e esquecer
Talvez amanhã,
vá me sentir diferente
Mas agora na desilusão
não sei o que dizer
No fundo,
sou gente no meio da gente
Que em passo apressado,
depressa me irá esquecer
....
Adaptação/tradução semi-livre da música que vai tocando por aqui...
uma brincadeira que eu já não fazia à muito tempo....
domingo, janeiro 31, 2010
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